Castlevania – Netflix | Review

Uma excelente introdução para, quem sabe, uma das melhores adaptações animadas de um fantástico game.

Sangue, Monstros e Vísceras nos Jogos

Castlevania, conhecido no Japão como Akumajō Dracula é um jogo eletrônico desenvolvido e publicado pela Konami para o Famicom Disk System em 26 de setembro de 1986. Com um estilo gótico e uma jogabilidade 2D excelente para os padrões da época, Simon Belmont deve honrar o legado da família Belmont, adentrando o castelo do lendário vampiro Drácula e assassinando-o com sua Vampire Killer. Salvando sua amada, assim como toda uma era. O sucesso do game e de toda a série foi enorme.

A série de games evoluiu bastante, tanto em jogabilidade (ganhando novas mecânicas e novidades) como na sua história, que ia sempre se amarrando e complementando. Dentre os jogos mais queridos, podemos citar Harmony of Dissonance (GBA), Symphony of the Night (PS1) e Curse of Darkness (PS2), todos com jogabilidade e histórias tão excelentes que merecem reviews e gameplays próprios.

Eis que, em Dezembro de 2016, nossa querida Netflix confirma uma série animada, com um estilo semelhante a anime, da série de jogos Castlevania! O hype subiu às alturas (eu me incluo nisso :p) e apenas agora, no dia 07 de Julho de 2017 temos o lançamento da 1° Temporada, composta de 4 episódios, que serve de introdução para essa grande caçada ao Senhor Dos Vampiros!

O Desenvolvimento da História

Como disse, é apenas uma introdução. A 1° Temporada conta com apenas 4 episódios e uma duração total de menos de 2h… mas é uma excelente introdução. A história inicial da série é inspirada no jogo Castlevania 3: Dracula’s Curse. Claro que, por se tratar de outra mídia, existem modificações no roteiro original do jogo, mas são mínimas. A sinopse é a seguinte: “O ano é 1476, onde Vlad Tapes, Drácula, decide se vingar de toda Valáquia por terem assassinado injustamente sua amada, condenando-a como bruxa em meio a inquisição da Igreja Católica. Cabe a Trevor Belmont e inesperados companheiros enfrentarem as bestas infernais e reconquistarem a paz de uma era e o reconhecimento da família Belmont.”

Com uma linda animação, nessa introdução, o roteiro, escrito por Warren Ellis, é bem conduzido… cada final de episódio deixa aquela vontade de “quero mais…”, o que infelizmente se esgota rapidamente pela quantidade de episódios. A direção de Adi Shankar também é excelente e a ideia de transformar Trevor Belmont em um “bêbado brincalhão e carismático” foi super assertiva. Imagine se ele se comportasse como um jedi: sem risadas e brincadeiras… simplesmente não daria certo!

Por fim, esse pequeno pedacinho da trama traz personagens bem desenvolvidos e cativantes, mostrando bem suas motivações e, como já disse, deixando o hype ativo para a segunda temporada! (que aliás já foi confirmada e terá 8 episódios!)

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